From Here To Eternity


Seventh Son in Seventh Day_ Ato VII:  The Clairovoyant

Com a sua última decisão, o Sétimo Filho começa a aumentar muito os seus poderes, mas aumenta tanto, que o seu medo em Infinite Dreams e em Can I Play With Madnnes, começa a acontecer de fato. Ele começa a ficar louco e não consegue mais controlar seus poderes direito: "Sinto o suor descendo pela minha testa/ Sou eu ou são sombras que estão dançando nos muros/ Isso é um sonho, ou é verdade?/ Isso é uma visão que normalmente eu vejo ante de meus olhos?". Isso é um sonho ou é verdade. Essa frase mostra o quanto ele está perdendo o controle, não sabe mais distinguir uma visão de uma realidade.


"Eu pergunto por que, eu pergunto como/ Parece que meus poderes estão mais fortes a cada dia/ Eu sinto uma força, um fogo ardente/ Mas estou com medo, eu não controlarei mais isso". Mais uma vez ele se questiona, agora ele perdeu o controle total de seus poderes e a loucura está dominando cada vez mais sua mente, ele tenta lutar contra, mas é inútil. O final da música narra tudo o que ele foi capaz, de prever o futuro, ver mentiras e verdades, mas a única coisa que ele não podia prever era a sua própria morte devido aos seus poderes: "Mas para todo o seu poder ele não pode prever seu próprio legado".

 


Vale lembrar que esse texto não é de minha autoria. E caso alguém conheça o autor de tal obra entre em contato para que eu possa dar-lhe os créditos.

 

Para ter acesso ao significado das músicas anteriores, acessem os respectivos links:

Ato I: Moonchild
Ato II: Infinite Dreams

Ato III: Can I Play With Madness?

Ato IV: The Evil That Men Do

Ato V: Seventh Son Of A Seveth Son

Ato VI: The Prophecy



Escrito por Carlos Eduardo Garrido às 12h09
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Noticias: Eyes of Shiva no Jornal da MTV

 

Nessa 00:00(meia noite) de quarta feira(18/05) para quinta feira(19/05) a banda Eyes Of Shiva estará no Jornal da MTV falando a respeito de sua futura tour no Japão e contando sobre seus novos projetos.


A reprise é na quinta feira(19/05) as 09:00 hrs e na madrugada de sábado (21/05)para domingo as 4:00.



Escrito por Carlos Eduardo Garrido às 10h33
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Música: Show - Rock Fest

 

Domingão na cidade de Jaú rolou um evento reunindo varias bandas da região de diversas vertentes do rock. Um clima totalmente underground pairava no ar em frente a terrível casa de shows Royal Dance (da qual possui o slogan “Nóis é brega mais é chiq”), que normalmente serve de palco para shows de metal e bailes da terceira idade. Até agora estou tentando imaginar porque cardas d’água os organizadores escolheram esse local para a realização do evento. Cheguei com meus amigos cerca de 15:20h, achando que já estaria rolando som lá dentro, pois o festival estava marcado para começar as 15:00h, ledo engano a casa ainda estava fechada. Em frente ao local poderia se ver os mais variados tipos de pessoas: punks, headbangers e playboys.

Quando finalmente os portões foram abertos, a primeira banda ainda estava passando som. Por volta das 16h horas a banda Lord 69 de Bauru começou sua apresentação e deu inicio ao festival. No set deles bastantes composições próprias e covers de Green Day, Dead Fish e Balão Mágico (?!). Muitos dos presentes no local agitaram bastante com o show dos caras, ao contrario de outros que assim como eu não estavam gostando muito. Mas a coisa só iria piorar daí pra frente, na seqüência tivemos a banda System Of A Down Cover, que contava com praticamente os mesmos integrantes da banda anterior. Enquanto eles tocavam, eu e meus camaradas já não estávamos mais agüentando ficar no local.

 

18h sobe ao palco a banda Oukout de Barra Bonita, que apresentou um som que poderia ter sido mais interessante se não fosse o timbre terrível da guitarra e o volume altíssimo do baixo. E também os péssimos covers de Slipknot. Apesar de tudo a banda contou até com um câmera-men filmando sua apresentação. Em seguida foi à vez dos bauruenses da banda Funkestein subir ao palco e executar seu new metal com direito até a DJ. As primeiras notas do show deles foram o suficiente para mim me retirar do recinto e ir tomar novos ares lá fora, pois caso contrario eu ficaria louco ouvindo aquela barulheira sem sentido mais uma vez.

 

Por volta das 20h, enquanto eu ainda estava lá fora, sobe ao palco a banda Torre de Babel, que começa o seu show com a melhor música que havia sido tocada até agora no Rock Fest, a clássica N.I.B. do Black Sabbath. A esforçada banda de Barra Bonita, ainda tocou os covers Seven Nation Army do White Stripes, Perfect Strangers do Deep Purple e Killing In The Name do Rage Agasint The Machine.

 

Mas o melhor da noite ainda estava por vir, a banda Vandroya de Bariri prometia lavar a alma dos true metallers presentes na casa de shows, que já estavam enojados de ouvir tantas bandas de new metal. E para conseguir essa proeza começaram logo com a excelente Hallowed Be Thy Name (que não precisa nem dizer de quem é...) arrancando aplausos dos presentes. Depois mandaram Why do Helloween, música bastante boa, mas que talvez pudesse ser trocada por outra como Dr.Stein. Depois foi a vez da semi-balada Rebirth da banda Angra. Paradise do Stratovaius foi à próxima, e fez o pessoal se esgoelar nas partes mais altas junto com a extraordinária vocalista Daísa. E sobe vaias do publico, o organizador anunciou que apenas mais uma música poderia ser tocada. E para deixar todos com uma sensação de ‘quero mais’ e com as almas totalmente purificadas, foi tocada Aces High de vocês sabem quem, fechando o show com chave de ouro. E a banda saí do palco como a mais aclamada dentre as que tocaram até agora, com o fiel publico bradando Vandroya! Vandroya!

 

A próxima banda a se apresentar seria Dedil On Earth que prometia um grande show de Thrash Metal, mas infelizmente não pude ver, pois já estava ficando tarde e no dia seguinte tinha que trabalhar.  E ainda estavam prometidos mais dois shows, com as bandas DOS e Tripa Gaiteira.

 

Mas apesar da maior parte da tarde ter sido entediante, saí do local com sensação de dever comprido. E mal esperando para assistir a próxima apresentação do Vnadroya em minha cidade, que está programada para acontecer dia 16 de Julho (data do meu aniversário por coincidência) no Teatro Municipal de Jaú.



Escrito por Carlos Eduardo Garrido às 11h29
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Noticias: Quem matou Peter Steele?

 

O site oficial do Type O Negative anuncia que o vocalista e baixista Peter Steele estaria morto, mas isso não é verdade. A banda, que sempre foi famosa pelo seu humor negro, está a pleno vapor preparando o novo álbum de estúdio para ser lançado no final desse ano. Esse será o primeiro álbum pela gravadora SPV Records. O site oficial do Type O Negative é www.typeonegative.net .

 

Fonte: Roadie Crew



Escrito por Carlos Eduardo Garrido às 17h58
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Noticias: Timo Kotipelto compondo material para novo trabalho solo

 

Exatamente um ano após lançar seu segundo disco solo, o vocalista Timo Kotipelto, que retornou há pouco tempo para o Stratovarius, anunciou que já está compondo material para um novo álbum, obviamente ainda sem título nem data de lançamento prevista. De acordo com Timo, o sucessor do "Coldness" trará material composto em parceria com Lauri Porra (baixista do Tunnelvision) e Tuomas Wäinölä (guitarrista do Heartpaly).

Relembrando que o novo CD do Stratovarius está previsto para sair em 5 setembro pela Sanctuary Records.

 

Fonte: Whiplash



Escrito por Carlos Eduardo Garrido às 10h23
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