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A Segunda Grande Batalha do Futiba
Victory! Victory! Ôôôôôôô!

Depois de muito tempo, finalmente a gloriosa equipe do Futiba volta á campo para enfrentar um time desafiante. Dessa vez o adversário era o famoso “time do Chico”. Sim aquele mesmo Chico que há tempos atrás jogava a nosso favor, e agora, assim como o Jé, virou a casaca e quer nos destruir.
Quando nos deparamos frente a nossos inimigos no campo de batalha, digo campo de futebol, só tínhamos uma certeza: vamos perder de novo! E isso pode ser visto em uma das entrevistas abaixo. Pelo menos, nosso capitão Jonny ainda estava confiante: “Vamos perder nada, acho que dá jogo sim”. Bom, se ele diz, vamos jogar!
Nossa equipe era composta por: Murilo no gol; eu e Thiago, vulgo “Crisinho”; na zaga; Jonny, Gui e Andinho no meio; e o estreante Quevedo (não, ele não é o padre) no ataque. E ainda tínhamos o veterano artilheiro Zé no banco.
O time adversário era formado por: Cuca no gol; e os outros eram, segundo o Gui, (porque eu não conheço): Carlinhos, Jogador Desconhecido, Bruno (que aderiu a moda e foi pro outro time); Anderson, Casagrande Filho, Cara Descalço; Casagrande Pai. Reparem que apesar de ser intitulado “time do Chico”, o Chico não faz parte do time, vai entender, não?
Enquanto os craques se aqueciam, o comentário era de que o tal do Cuca era quase intransponível. Praticamente o Benje daquele desenho japonês que passava na Manchete e depois na Rede TV.
O jogo marcado pra começar às 16h, tem inicio somente lá pras 16H30min. Um pouco atrasado, como é de praxe no Futiba. A bola começa a rolar, finalmente o quebra-canelas começa nos gramados do Jahu Clube. Mesmo com a auto-estima bem baixa, nossa equipe joga de igual para igual com os caras.
Gui “Coração Valente” tem uma boa chance de abrir o placar, mas chuta fraco pra defesa de Cuca. Jonny também tem sua chance e manda a pelota direto na trave. Uuuhhh, quase! Mas como diz aquela velha máxima do futebol: “quem não faz, toma!”. E foi o que aconteceu! Os home marcaram o primeiro deles... E não demora muito e conseguem balançar a rede de novo.
Mesmo assim o jogo segue equilibrado. Mas nosso time cria poucas chances de gol. Enquanto isso, as esperanças de nossa equipe se renovam. Fábio Gatinho que voltou da praia só pra poder jogar e, o ex-técnico e agora jogador, Jean haviam chegado ao recinto. Eram dois jogadores fundamentais pro nosso time. Sendo assim, pensando no bom desempenho de minha equipe, tratei de sair para dar lugar a um deles. Marcados por esse nobre espírito de equipe e maltratado pelo forte sol, Gui também cede seu lugar.
Escrito por Carlos Eduardo Garrido às 14h36
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A Segunda Grande Batalha do Futiba_Parte 2
Logo na primeira bola que pega (ui!), Gatinho parte pra cima da marcação, invade a área, mas chuta fraco pro gol. Aliás, o craque da camisa número 9 estava meio apagado nesse jogo. Errou alguns passes e se posicionou mal no campo. Ficava mais próximo da defesa do que do ataque. Acho que o sol da praia afetou um pouco o cérebro dele. Mas tudo bem, só sua presença no campo já era intimidadora.
Já Jean, entrou muito bem na partida. Mostrou raça. Defendia com virilidade e apoiava o ataque com velocidade.
Enquanto o jogo corria, no banco, o artilheiro veterano e pai de família, Zé questionava: “será que eu vou ter que entrar pra fazer gol nesse time?”. Logo essa cruel duvida seria sanada. O estreante Quevedo (não o padre!!!) sai do gramado para ceder sua vaga para o velho goleador.
Bola aqui, bola lá. Futiba no ataque e no cruzamento a bola sobra pra quem? Vamos, pense... Sim, ele mesmo, Zé recebe a pelota e chuta cruzado para fazer o primeiro da equipe verde-limão!
Pouco tempo depois, alguma boa alma, que não lembro quem era, sai do campo para eu poder voltar. E volto cheio de vontade e logo me posiciono novamente na defesa. Corro até o meio pra ajudar no ataque, volto pra marcar. Afasto uma bola... E meu drama começa... A macarronada da Mama que havia comido na hora do almoço começa a pesar no estomago... O suor gelado começa a escorrer em meu rosto... Eu sei que tem mulheres que lêem esse blog, mas com o perdão da expressão, eu literalmente pedi pra cagar e saí fora... Trágico. Mas quando a natureza chama, o negócio é atender prontamente. Gui entrou no meu lugar.
Depois de um breve momento de relaxamento filosófico, voltei pra campo e notei que não havia nenhum jogador no gramado, estavam todos na sentados na sombra. O primeiro tempo havia terminado. E logo me informaram que o jogo estava 3 x 2 pros home. Ou seja, perdi dois gols. Pelo que me disseram, nosso segundo gol foi marcado por Padre Quevedo, o estreante.
Mal cheguei e todos já se posicionavam para o segundo período. E eu também tratei de arrumar um lugar na equipe e voltei para a batalha.
O segundo tempo começa com um ritmo mais leve, apesar de termos acabado de descansar, ainda parecíamos cansados. E nesse ritmo menos veloz, o Futiba começou a se sobressair na partida. Até porque nossa equipe tinha jogadores reservas pra revezar e eles não. Não demorou e empatamos a partida: 3 x 3. O problema é que daqui pra frente não lembro mais quem marcou os gols e nem a ordem correta dos fatos. Cada vez tenho mais certeza de que não tenho mais memória, apenas vaga lembrança. Sendo assim, o texto pode conter alguns erros de seqüência ou momentos que não correspondam exatamente com a realidade, mas nada que mudará o rumo de nossas vidas.
Bola lá, bola cá e nossa gloriosa equipe vira o placar, se não me engano com gol do capitão Jonny. Aliás, uma coisa tem que ser mencionada aqui. Nosso capitão jogou muita bola nessa partida, com certeza foi o melhor em campo. Ajudou na marcação, apoiou bem o ataque e armou o time.
Não deu muito tempo para comemorarmos muito e os caras marcaram de novo e deixaram tudo igual novamente. Não perca a conta, 4 x 4.
Saída de bola no meio campo. A equipe verde-limão do Futiba avança rápido pela lateral, toca pro meio próximo a entrada da área, a bola sobra livre para Jonny, frente–a-frente com o arqueiro Cuca, e o clone-anão do Valdivia chuta forte no canto, não dando nem tempo de reação pro goleiro adversário. É nós na frente de novo.
Escrito por Carlos Eduardo Garrido às 14h36
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A Segunda Grande Batalha do Futiba_Parte 3
Enquanto a bola é colocada novamente no meio campo, notamos que ouve uma substituição no time deles. Mas como substituição se eles não tem reservas, você me pergunta. Traição, eu lhe respondo. Nosso estreante Quevedo (que você já ta ligado que não é o padre, né?) se vendeu por uma garrafa de Tubaína e um bolinho meio carne, meio ovo, e foi jogar no outro time. Que decepção!
Mas nem tal negociação dantesca nos fez abaixar a cabeça dentro do gramado e logo colocamos mais um pra dentro do gol deles! Antes que nossos inimigos demonstrem reação, chegamos ao sexto gol e ficamos mais próximos de nossa primeira vitória!
Depois de alguns minutos, aí sim eles conseguiram demonstrar reação e diminuíram o placar pra 6 x 5. E quando todos achavam que iam conseguir empatar a peleja novamente, Quevedo, agora no time deles, recebe na entrada da área, parte pra cima da marcação e fica livre pra marcar, mas bate pra fora! Era sua redenção. Nesse lance ele mostrou que não havia se vendido e que mesmo usando o colete do outro time, seu coração ainda era verde-limão.
Essa foi a última grande chance do Time do Chico, que agora estava dominado pelo grande volume de jogo e troca de passes do Futiba. Que envolvendo os adversários chegou ao sétimo gol. Não demorou muito e fizemos o oitavo. A emoção já começava a tomar conta de nossos atletas. Gui com lágrimas nos olhos aplaudia em pé no banco de reservas. O jogo estava perto do fim e estávamos com três gols de vantagem. Se tivéssemos uma torcida com certeza ela estaria comemorando muito. Pena que não tínhamos, pois seria muito divertido...
Mas antes da partida acabar o destino ainda nos reservava uma obra de arte. Jonny avista Cuca avançado e chuta por cobertura. Que golaço! Que coisa linda! Que alegria! Agora sim, o jogo poderia ser terminado. E de fato foi.
Placar final: Futiba 9 x 5 Time do Chico. Nossa primeira vitória. Uma partida brilhante. Onde superamos com garra e determinação um adversário fortíssimo. Nossa equipe inteira jogou muito bem. Mas podemos destacar o goleirão Murilo, que fez boas defesas e como sempre passou confiança à sua equipe; o zagueiro Cris Zinho, que talvez, como ele mesmo disse, tenha superado seu irmão Cris; Jean, que o exemplo vivo de que raça e habilidade podem andar juntos; e Jonny que fez uma de suas mais magníficas atuações, marcou quatro gol, deu passes importantes e comandou o time com sabedoria. Mostrando que estava escondendo o jogo no treino de sexta, quando perdeu até pênalti.
Que venham os próximos adversários, pois fatalmente pereceram frente a nosso exército de guerreiros com armaduras verde-brilhante.
Para conhecer melhor sobre o maravilhoso mundo do Futiba visite nossa comunidade no Orkut ou assista a nossos vídeos no You Tube.
Escrito por Carlos Eduardo Garrido às 14h35
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A Segunda Grande Batalha do Futiba_Videos
Em breve postaremos aqui os videos das entrevistas que ocorrem antes e depois dessa memorável partida
Escrito por Carlos Eduardo Garrido às 14h34
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