From Here To Eternity


Retrospectiva 2008

O ano de 2008 se vai e talvez não deixe saudades para os leitores dessa furreca. Desde que o FHTE foi fundado em 22 de Março de 2005, este foi o ano menos produtivo do blog. As razões para isso já foram ditas no texto de ontem. Falta de tempo, excesso de preguiça, entre outras.

Porém, este não foi um ano de todo o mal para o FHTE, fizemos uma ampla cobertura dos jogos de futebol do Comunicação FC, tendo como ponto alto o inesquecível amistoso clássico contra o Futiba. Jogos esses que como sempre rendem muitos comentários e apertos de mão. O pessoal parece realmente gostar desses textos.

Outro ponto alto do blog no ano foi a polêmica resenha da versão Millennium do musical Jesus Christ Superstar. Que se não rendeu muitos comentários no site, causou discussões na comunidade do filme no Orkut. Nessa mesma linha está a Discografia Comentada do Metallica. No blog não rendeu muitos comentários, mas nas comunidades Rock n Roll, Metallica e Metallica Antigo criou bastante debate, críticas e também elogios. Sendo indiretamente a matéria publicada mais comentada nesses três anos de FHTE.

Mais um fato importante em 2008, foi a colaboração de Otávio Nuñez, que contribuiu escrevendo algumas resenhas e ajudou o FHTE a manter-se em atividade durante boa parte do ano.

No campo pessoal, o ano velho também teve momentos importantes. Lembram-se daquela bela morena que apareceu sorrindo para mim depois do show Pitty? Aquela que eu disse que contei uma piada sem graça? A Paula Queen, pô! Então, agora ela é minha digníssima namorada (thank you God)...

Em 2008 acabei me afastando um pouco de alguns grandes amigos, mas sem nunca perder o contato. Até porque estes são meus amigos de verdade e de sempre. Porém, neste ano também fiz novos amigos, por intermédio de minha amada, tutto bonna gente.

Agora em 2009, a única coisa que prometo é que o FHTE vai continuar vivo! Talvez este seja mais um ano meio vazio para ele, já que estou no último da faculdade e o tal do TCC promete ocupar boa parte do meu tempo...  Mas pretendo continuar contando com o apoio destes seletos leitores que estão lendo isso agora e também com a colaboração de todos aqueles que têm bons corações e bons textos  Sorriso rs.



Escrito por Carlos Eduardo Garrido às 16h15
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Música: Entrevista - Forgotten Boys

A banda paulistana Forgotten Boys acaba de lançar Louva-a-Deus, seu sexto álbum de estúdio. Para contar um pouco mais sobre ele e sobre o futuro da banda, conversamos com o vocalista e guitarrista Chuck Hipólito.

Dê onde veio a idéia para a ilustração da capa do novo álbum, que mostra alguns músicos que influenciaram a banda decapitados?
Chuck - Acho que se pensarmos que estão de fato decapitados a idéia fica um pouco mórbida, tivemos a idéia de ilustrar de uma maneira meio chocante/interessante as nossas influencias declaradas (ou não) em uma capa, dai a idéia da gente carregando essas "identidades" ou "mentes". A fêmea do louva-a-deus consome a cabeça do macho (para não falar comer...) depois da reprodução, o inseto caiu como uma luva, e o nome é forte.

Louva-a-Deus foi disponibilizado para download no site da banda dias antes do lançamento oficial em CD. Porque fizeram isso? Através disso já deu pra ter alguma noção sobre a receptividade dos fãs ao novo disco?
Chuck - O que vale um mp3 na verdade!? Se as pessoas baixarem o disco, conhecerem as musicas, gostarem... ele vale muito, pois as pessoas irão prestigiar o resultado disso ao vivo, acho que essa foi a intenção... quem quiser o disco físico de verdade também vai poder achar e por um preço justo. A receptividade e resposta foram imediatas,   pela Internet, pelas mensagens em sites como o Orkut e ao vivo.

Pegando o gancho na questão anterior. O site da banda é muito bem feito e contém várias informações sobre a banda. Qual a importância da internet na carreira da banda?   
Chuck - Dificil encontrar alguma pessoa do nosso publico, ou até mesmo que esteja lendo essa entrevista que não tenha alguma intimidade com a Internet, ou que não tenha um e-mail, é um espaço comum hoje em dia.

Mais uma vez a banda apostou em escrever músicas tanto em inglês, como em português. Vocês acham que a banda continuará seguindo essa tendência ou vai chegar uma hora que vão apenas fazer musicas em português?
Chuck - Não, acho que a banda vai fazer o que achar mais legal para o um próximo disco, podem ser musicas sem letra, pode ser tudo em espanhol. Sinceramente não sabemos, mas é difícil seguirmos alguma tendência mesmo que criada pela própria banda.

Ainda sobre a questão do idioma das letras. Essa é uma questão polemica entre os fãs. Como eles reagem a isso?       
Chuck - Divide opiniões mas acho que é natural, ninguém tem obrigação de gostar de tudo mas ao vivo ambas funcionam.

O disco anterior Stand By The D.A.N.C.E., havia sido lançado pela ST2. Porque optaram por voltar a lançar discos de forma independente? Alguma coisa ligada a liberdade de criação ou pressão da gravadora?  
Chuck - Chegamos a tentar lançar o disco com eles, mas, as negociações foram lentas e sem perspectiva, então como queríamos logo o disco na rua resolvemos tomar a dianteira e resolver isso logo. ter uma gravadora tem suas vantagem, não ter também tem.

Depois da boa aceitação clipe da musica 5 Mentiras, a banda teve uma grande exposição na mídia. Gostaria que a banda comentasse as diferenças entre tocar em lugares e para um público mais "underground" e tocar em casas maiores para um publico mais "mainstream".       
Chuck - Acho que o que muda mesmo e qualidade técnica de onde você esta tocando, para o publico mais "under" é natural que a estrutura (aqui no Brasil) não seja a mais adequada, para falar a verdade temos muito mais contato com o publico underground mas gostaríamos de falar igualmente com ambos.

Na opinião de vocês, no que o novo disco se diferencia dos anteriores?
Chuck - É o disco novo, é o que somos HOJE, fora isso muda a sonoridade de estúdio, as composições mais maduras, tudo toma outra forma e proporção, a banda é a mesma.

Não existem muitas bandas no Brasil fazendo o estilo de rock n roll praticado por vocês. Você acha que ainda haja espaço para este rock mais sujo? Como vocês vêem a cena roqueira no Brasil hoje?           
Chuck - Tem muita banda legal com o estilo parecido ou não, acho que  atitude de ir lá e fazer seu som, fazer as musicas gravar, se preocupar com a forma final disso e conseguir de fato, já é bem rock. Não vejo a cena com "cena rock", mas como uma cena super criativa e de pessoas legais. Outras nem tanto.

O álbum foi mixado pelo renomado Roy Cicala, que já trabalhou com nomes como John Lennon e AC/DC. Qual a importância de ter um profissional desse gabarito trabalhando com a banda?        
Chuck - Ela estava "por acaso" trabalhando com o Apollo Nove e veio no pacote a gente sabia que ele estava no Brasil, e quando ficamos sabendo que iríamos trabalhar com ele ficamos entusiasmados. Ele que deu toda a cara do disco, com a gravação e fazendo cada musica de um jeito diferente, se preocupando mesmo com a alma e identidade individual de cada uma

Quais os planos futuros da banda?       
Chuck - Gravar um clipe e continuar divulgando o disco.

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Essa entrevista foi realizada por intermédio do site Cena Rock.



Escrito por Carlos Eduardo Garrido às 18h37
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Assíduos leitores: não chorem! Voltamos!

Depois de mais de três meses fora de atividade, onde fomos até o inferno e demos um tapa na bunda do cramulhão, o FHTE volta mais uma vez das cinzas e mostra que sua chama ainda continua a queimar (no bom sentido).  

Os motivos que levaram o blog há passar tanto tempo sem atualizações são complexos. Primeiro, a falta de tempo proporcionada por uma vida de trabalhador e estudante. Segundo, este que vos escreve está muito ‘vagabundão’ ultimamente... E terceiro, venhamos e convenhamos, é muito melhor namorar do que escrever. Ainda mais com a namorada que tenho Piscadela. Porém, os leitores não ficaram na mão, o FHTE começa o novo ano com a promessa de mais resenhas cheias de parcialidade, textos recheados de humor barato e opiniões que nada mudam na vida de ninguém com pitadinhas de informações pessoais. Afinal, este site existe para isso. Expressar opiniões, informar (há quem diga que não), divagar, entreter e ainda assim ter espaço para doses pessoais, mantendo assim algo do que seria um blog propriamente dito. Até porque já perdi as esperanças de transformar isso em um site de verdade.

Para comemorar a virada de ano, esta humilde página virtual trás uma entrevista exclusiva com a banda Forgotten Boys, realizada por intermédio do site Cena Rock, da qual sou colaborador, e uma breve retrospectiva de como foi o ano para o homem por trás do FHTE (uiii!!!).



Escrito por Carlos Eduardo Garrido às 17h36
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